Ao longo das reportagens anteriores apresentamos mulheres com diferentes realidades. Abaixo, conheça mais detalhes das histórias de algumas delas.
35 anos, mãe do Pedro.
Aline encerrou um relacionamento longo pelo fato de que o ex-namorado sonhava com uma vida tradicional: namorar, casar e ter filhos. Para ela, esse roteiro nunca fez sentido. Foi então que, dois anos depois, ela engravidou de um dos melhores amigos da época. O cenário mudou muito desde então, e ela chegou até a ser processada. Atualmente, Aline busca equilibrar uma vida confortável para o filho, enquanto vivencia a insegurança causada pelos comportamentos do ex-companheiro.
35 anos, mãe do Tom.
Bruna vivenciou momentos de violência durante o parto, diante de um contexto xenofóbico em que estava inserida durante a gravidez. Exausta de comentários machistas e comportamentos patriarcais, e como forma de humanizar a maternidade, ela criou o manifesto Mães Também Gozam, que busca reafirmar o prazer materno.
22 anos, mãe do Theo.
Após se tornar mãe aos 18 anos, Gabi encontrou-se sozinha para lidar com os desafios de criar e educar uma criança. Sem apoio do genitor, cuida de todas as demandas de Theo (uma criança atípica), enquanto corre atrás do seu sonho de ser artista. Neste recorte, Gabi compartilha sua história e relata algumas dificuldades práticas e emocionais vivenciadas na maternidade solo.
28 anos, mãe do João.
Mesmo fazendo o uso de métodos contraceptivos, Michelle engravidou de um amigo durante uma relação casual. O genitor não aceitou a paternidade e nunca esteve presente na vida de João. Anos depois, conheceu Marina, com quem tem um relacionamento e hoje divide as responsabilidades maternas. Nesse recorte, ela relata um pouco sobre as dificuldades de ser uma família LGBTQIA+ em meio a uma sociedade carregada de preconceitos.
34 anos, mãe do Joaquim.
Priscila nunca pensou em ser mãe. Mas, aos 30, engravidou. Em meio a gestação, passou por grandes mudanças e desafios: descobriu uma traição, foi afastada do seu emprego na aviação, mudou do Rio para São Paulo e soube que a mãe enfrentava um câncer. Hoje, Pri é mãe de Joaquim e tenta equilibrar as dores e delícias da maternidade com as outras áreas da vida.
35 anos, mãe do Pedro.
Aline encerrou um relacionamento longo pelo fato de que o ex-namorado sonhava com uma vida tradicional: namorar, casar e ter filhos. Para ela, esse roteiro nunca fez sentido. Foi então que, dois anos depois, ela engravidou de um dos melhores amigos da época. O cenário mudou muito desde então, e ela chegou até a ser processada. Atualmente, Aline busca equilibrar uma vida confortável para o filho, enquanto vivencia a insegurança causada pelos comportamentos do ex-companheiro.
35 anos, mãe do Tom.
Bruna vivenciou momentos de violência durante o parto, diante de um contexto xenofóbico em que estava inserida durante a gravidez. Exausta de comentários machistas e comportamentos patriarcais, e como forma de humanizar a maternidade, ela criou o manifesto Mães Também Gozam, que busca reafirmar o prazer materno.
22 anos, mãe do Theo.
Após se tornar mãe aos 18 anos, Gabi encontrou-se sozinha para lidar com os desafios de criar e educar uma criança. Sem apoio do genitor, cuida de todas as demandas de Theo (uma criança atípica), enquanto corre atrás do seu sonho de ser artista. Neste recorte, Gabi compartilha sua história e relata algumas dificuldades práticas e emocionais vivenciadas na maternidade solo.
28 anos, mãe do João.
Mesmo fazendo o uso de métodos contraceptivos, Michelle engravidou de um amigo durante uma relação casual. O genitor não aceitou a paternidade e nunca esteve presente na vida de João. Anos depois, conheceu Marina, com quem tem um relacionamento e hoje divide as responsabilidades maternas. Nesse recorte, ela relata um pouco sobre as dificuldades de ser uma família LGBTQIA+ em meio a uma sociedade carregada de preconceitos.
34 anos, mãe do Joaquim.
Priscila nunca pensou em ser mãe. Mas, aos 30, engravidou. Em meio a gestação, passou por grandes mudanças e desafios: descobriu uma traição, foi afastada do seu emprego na aviação, mudou do Rio para São Paulo e soube que a mãe enfrentava um câncer. Hoje, Pri é mãe de Joaquim e tenta equilibrar as dores e delícias da maternidade com as outras áreas da vida.